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Inspeções em centros de transformação com termografia

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19 Dezembro 2022

5 min de leitura

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Por que é que a termografia é tão importante nas [...]

Entrevistámos o Gorka Barayazarra, técnico de soluções de integração na Iberdrola.

Por que é que a termografia é tão importante nas inspeções às subestações de transformação?

«Agora, a termografia é uma parte obrigatória da inspeção das estações de transformação. Permite-nos detetar antecipadamente avarias que, de outra forma, poderiam ocorrer.» – Gorka Barayazarra, Técnico de Soluções de Integração na Iberdrola.

O Gorka Barayazarra é Técnico de Soluções de Integração na Iberdrola há mais de 8 anos, um grupo empresarial dedicado à produção, distribuição e comercialização de energia. Mais concretamente, trabalha para a i-DE (a empresa de distribuição da Iberdrola), dedicando-se a temas como mobilidade, inovação e à procura de novas formas mais eficientes de trabalhar.

O Grupo Álava já colabora com a Iberdrola há muitos anos em vários projetos, mas nesta entrevista, o Gorka conta-nos a sua experiência pessoal. Eles usam as câmaras termográficas da Teledyne FLIR que lhes fornecemos para as inspeções nos centros de transformação. Estas permitem detetar pontos quentes na rede de baixa tensão, que, mais cedo ou mais tarde, podem causar uma falha no fornecimento de energia.

NA iBERDROLA, COMO ACHAS QUE CONTRIBUÍS PARA A SOCIEDADE?

A Iberdrola tem duas vertentes: a da Iberdrola em geral e, na minha opinião, a visão que tem tido, por exemplo, em relação às energias renováveis. Numa altura como esta, com a guerra e toda a incerteza que existe, isso permitiu-nos, em grande medida, mostrar que esse é o caminho a seguir. É o que temos de fazer, tanto pelo planeta como por nós próprios, enquanto país, para garantirmos a nossa segurança energética. Acho que é o caminho certo.

E depois, no que diz respeito à i-DE, acho que há coisas que não valorizamos, porque já nos esquecemos delas ou porque as tomamos como garantidas, como, por exemplo, o facto de, quando ligas um interruptor, a luz acender. A melhoria na qualidade das redes nos últimos anos tem sido espetacular. Em grande parte, graças à tecnologia que nos permitiu melhorar imenso a nossa fiabilidade e prestamos um serviço muito bom. No caso da pandemia, por exemplo, os hospitais receberam um reforço adicional. Além disso, quando há uma catástrofe, algo que a tecnologia não consegue resolver, temos uma equipa de trabalho no terreno e nos centros de controlo que dá tudo de si e, perante tempestades, inundações e tudo o resto, restabelece os serviços em tempo recorde.

COMO SURGIU A COLABORAÇÃO COM O GRUPO Álava?

A colaboração com o Grupo Álava já existia antes mesmo de eu entrar na empresa. Na minha experiência pessoal — estou na empresa há 8 anos —, começámos com as câmaras termográficas para mobilidade, numa altura em que isso talvez ainda não fosse tão comum. O meu primeiro contacto com o Ángel Lezana e com o Grupo Álava foi mesmo quando comprámos os CAT com câmara integrada. Falaram-nos das limitações do hardware e assim por diante, mas serviu-nos muito bem para testar até onde podíamos ir com a termografia no dia-a-dia. Mais tarde, o Ángel tornou-se uma referência para mim e, sempre que temos alguma dúvida deste tipo, sobre termografia ou tecnologias nas quais não somos especialistas — somos apenas utilizadores —, recorremos a ele.

As câmaras termográficas permitem detetar antecipadamente pontos quentes na rede de baixa tensão, que, mais cedo ou mais tarde, podem causar uma falha no fornecimento de energia.
Em que é que a solução do GRUPO Álava vos beneficia?

Neste caso, acho que foi há 2 ou 3 anos, fizemos uma compra bem grande de câmaras termográficas para dispositivos móveis e isso tem sido uma mais-valia em todos os aspetos, porque, na verdade, não tivemos qualquer problema. Ou seja, pudemos falar convosco, recebemos as câmaras, tivemos um apoio fantástico e pudemos esclarecer todas as dúvidas que tínhamos, até mesmo em termos de formação. Por isso, estamos muito satisfeitos.

COMO É O VOSSO DIA-A-DIA COM O PRODUTO?

Usamos as câmaras para as inspeções nas subestações de transformação. Ou seja, quando vamos a um centro de transformação — onde temos de nos deslocar a intervalos regulamentados —, até agora tínhamos a opção de usar câmaras termográficas para os equipamentos de grande porte, mas acontecia muitas vezes que elas não tinham bateria ou que não eram utilizadas, e não era algo que tivéssemos incorporado na nossa rotina habitual. Agora, porém, a termografia é uma parte obrigatória dessa inspeção e permite-nos detetar antecipadamente avarias que, de outra forma, viriam a ocorrer. Ou seja, o que isto nos permite é encontrar pontos quentes na rede de baixa tensão, que, mais cedo ou mais tarde, podem causar um corte no fornecimento de energia.

A solução ajuda-vos a resolver problemas e a melhorar os processos?

Sim, permite-nos antecipar-nos e, além disso, são problemas invisíveis a olho nu que, graças à tecnologia que estamos a usar, conseguimos visualizar e antecipar antes que aconteça alguma coisa.

Como é que descreverias a tua experiência com o Grupo Álava?

Bem, a minha experiência sempre foi boa. Sempre tive um contacto muito próximo convosco. Sempre que vos perguntei alguma coisa, responderam-me com simpatia e competência, o que não é assim tão comum. E, por isso, para mim, vocês são um fornecedor de soluções.

Aqui podes ver a entrevista completa ☝🏻😉

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