O DESAFIO
Como tornar o controlo de qualidade da embalagem mais eficiente
A forma e a qualidade das soluções de embalagem tornaram-se hoje em dia um dos factores mais importantes na “sensação” dos utilizadores relativamente à qualidade do produto final. Para produtos mais ou menos equivalentes, a qualidade, a originalidade e a fiabilidade da embalagem farão, sem dúvida, a diferença na escolha de um cliente.
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Jose Luis Pérez, CEO MonoM
Consequências de um controlo de qualidade ineficiente (título de parágrafo)
A maioria das empresas do setor da embalagem aplica uma cola termofusível para conseguir a robustez de que a embalagem final dos produtos necessita. Algumas destas empresas (normalmente as mais preocupadas com a perceção de qualidade em todas as fases do seu produto até ao cliente final), realizam amostragens para um controlo de qualidade destrutivo.
A cada certo número de caixas os operadores pegam numa ao acaso e forçam-na e cortam-na para ver se a cola termofusível realizou corretamente o seu trabalho. Numa fábrica que esteja a produzir 24/7 com esta forma de realizar o seu controlo de qualidade, estará a perder eficiência.
Problemas provocados por um controlo de qualidade ineficiente:

COMO A ALAVA INGENIEROS O RESOLVE
Título sobre o que a Alava oferece para esta aplicação

PRODUTO
Nome do produto a destacar
Graças à termografia e ao uso de câmaras simples, compactas e de baixo custo como a FLIR Ax8, é possível realizar verificações de embalagem de forma não invasiva, em linha e 100% automatizada.
Por se tratar de uma cola termofusível, a sua temperatura é muito mais elevada do que a do resto da embalagem, podendo assim ser facilmente detetada mesmo pelo lado oposto ao da sua aplicação
PRODUTO
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Por se tratar de uma cola termofusível, a sua temperatura é muito mais elevada do que a do resto da embalagem, podendo assim ser facilmente detetada mesmo pelo lado oposto ao da sua aplicação













