A secretária da inovação visita o Grupo Álava e lembra que «sem tecnologia, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável não seriam possíveis»
19 Janeiro 2024
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A secretária da inovação visita o Grupo Álava e lembra que «sem tecnologia, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável não seriam possíveis»
Ontem, dia 18 de janeiro, o Grupo Álava teve a honra de receber a Sra. Teresa Riesgo, secretária-geral para a Inovação do Ministério da Cultura, Inovação e Universidades do Governo de Espanha, na sua sede, em Madrid.
Durante a sua visita, a Sra. Teresa Riesgo, que estava acompanhada por vários dos principais dirigentes da empresa, pôde conhecer os mais recentes avanços tecnológicos em diferentes áreas da indústria, entre os quais se destacavam projetos de imagem de alta velocidade, bem como vários modelos de câmaras hiperespectrais e um sistema de monitorização integral, tanto visível como termográfica. Os especialistas da empresa explicaram-lhe como tudo funciona, além de lhe falarem sobre as suas aplicações e de referirem vários projetos que já realizaram utilizando estas e outras técnicas.
Entre essas tecnologias estão as desenvolvidas pela MonoM, que criou uma plataforma de AIoT utilizando Inteligência Artificial, Big Data e a Internet das Coisas. Com ela, as empresas podem gerir os seus ativos, processos e infraestrutura industrial.
A Sra. Teresa Riesgo, juntamente com José Fdz.-Díez, Juan Rueda, José Julián Ayola e Carlos Molina, durante a visita ao laboratório do Grupo Álava.
A secretária de inovação mostrou interesse pelas tecnologias de manutenção preditiva desenvolvidas dentro da empresa, destacando que«uma das tarefas e missões do Grupo Álava é democratizar a manutenção preditiva». Além disso, ela sublinhou que«a Secretaria-Geral da Inovação tem entre as suas prioridades alargar o âmbito da inovação, ou seja, fazer com que mais empresas inovem. Também a transferência de conhecimento e falar de inovação em tecnologias-chave, que são as que oferecem grandes oportunidades à Espanha».
Uma das suas filiais, a Álava Ingenieros, lidera o consórcio Ready-Twin. O objetivo é desenvolver soluções tecnológicas para criar gémeos digitais e melhorar a gestão de ativos complexos. O Grupo Álava também participa no Projeto Cybersec através da MonoM e da Álava Ingenieros. A missão deles é investigar tecnologias e ferramentas para desenvolver soluções de proteção contra ciberataques em ambientes conectados de elevada criticidade.
A Preditec, outra das filiais do Grupo Álava, implementou uma plataforma de dados para a manutenção preventiva no setor automóvel, com o objetivo de proporcionar aos utilizadores uma plataforma de informação e um gémeo digital para a gestão do ciclo de vida dos ativos industriais.
Outro dos projetos em que a empresa participa, através da MonoM e da MRA, é o Multiple, que tem como objetivo desenvolver uma solução de monitorização fotónica multimodal de banda larga, escalável e adaptável, para otimizar a produção em vários setores.
Entre os dirigentes que acompanharam a secretária da inovação durante a visita está o José Fernández-Díez, vice-presidente executivo do Grupo Álava, que sublinhou que agradecem«a visita da secretária, que foi, por assim dizer, “cozinheira antes de frade”, algo importante porque permite que, a partir do seu cargo, ela compreenda melhor o nosso trabalho. Gostámos de partilhar os efeitos que a colaboração pública tem no setor privado e de lhe mostrar como aplicar a tecnologia à indústria para a tornar mais competitiva».
Juan Rueda, vice-presidente de desenvolvimento de negócios do Grupo Álava, lembrou a importância da tecnologia e da inovação para o avanço da indústria, e que«com a integração da tecnologia na indústria, empresas de vários setores podem dar um passo em frente muito importante para o próximo nível, com sistemas que lhes permitam não só controlar e acompanhar os projetos que realizam, mas também facilitar e agilizar projetos que, de outra forma, seriam mais caros e demorariam mais tempo».
O dirigente também referiu que«o envolvimento de vários setores do governo na concessão de facilidades às empresas e organizações para que adotem as tecnologias mais adequadas à sua atividade é fundamental para que a indústria continue a crescer e a ganhar peso a nível nacional e internacional. Mas, claro, nas empresas é preciso uma mudança cultural».




